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O que fazer para utilizar o canal de venda que vem expandindo negócios

Atualmente, além de pesquisa, comunicação e relacionamentos, um canal em rápida expansão na internet é o comércio eletrônico. O e-commerce, como também é chamado, consiste basicamente na venda de produtos e serviços, que podem ser físicos ou digitalizados, por meio da internet.

De acordo com Tânia Limeira, autora do livro E-marketing – O Marketing na Internet com Casos Brasileiros, a aplicação do comércio eletrônico teve forte expansão em 2000. Em 2004, o e-commerce alcançou, na América Latina, receitas de 81,8 bilhões de dólares, representando 2,4% do comércio na região, de acordo com uma pesquisa da Forrester Research. As empresas devem se preparar, pois a tendência é de que, nos próximos anos, o canal se desenvolva rapidamente.

O que fazer para entrar no mundo das vendas na internet? Em primeiro lugar, a empresa deve estar na rede. Hoje, o número de usuários da internet é de um bilhão em todo o mundo. De acordo com a pesquisa da Internet World Stats deste ano, o Brasil está em 6º lugar no ranking dos países com maior número de usuários, com 39,1 milhões de pessoas com acesso à internet, ou seja, 21% da população total do País.

Tânia Limeira conta que, em geral, o primeiro passo para estar na internet é criar um site. “No início, o site é informacional. O desafio é identificar e disponibilizar as informações relevantes para o público-alvo da em­presa”, diz.

O segundo passo é a venda. Para vender, o site precisa ser fácil de usar, com informações diretas e procedimen­tos de venda simples. O site também deve ser confiável e seguro. “Ninguém realiza uma compra sem confiar na empresa e nas formas de pagamento”, alerta Tânia.

O diretor de marketing da WBI Brasil e autor do livro WEB Marketing e Comunicação Digital, Paulo Roberto Kendzersld, acredita que, antes de criar o site, a empresa precisa planejar e definir qual o objetivo do site e que ações serão realizadas nele. “O planejamento pode ser feito internamente ou através de uma consultoria espe­cializada”, conta. Outro ponto importante é ter um plano de marketing e comunicação digital pronto para quando o site entrar no ar, isso garantirá que ele seja divulgado com eficiência.

Dicas para a divulgação do site          

– Posicione-se bem nos sites de busca.


– Faça e-mail marketing.


– Invista em links patrocinados.


– Anuncie nos sites mais visitados.

– Divulgue em meios de comunicação tradicionais, como jornais e revistas.

– Trabalhe pelo marketing boca-a-boca.

Criando e mantendo um site

Na opinião de Tânia Limeira, atualmente, a abertura de um site está cada vez mais fácil. No processo tradicional, basta registrá-lo, contratar um profissional para desenvolvê-lo e, depois, pensar na parte técnica. Nessa fase, pode-se ou não contratar uma empresa especializada. “Caso a pessoa já tenha um profissional para fazer o seu site, isso se torna muito mais fácil. Existem ferramentas de desenvolvimento boas e simples, o que dispensa a contratação de uma empresa”, comenta.

Os custos de criação de­pendem dos serviços que a empresa pretende oferecer. Para Tânia, é cada vez mais barata a construção de um site, o que encarece é a remu­neração de profissionais a fim de se obter mais segurança e melhor qualidade.

Depois do site estar no ar, é hora de medir os resultados. Esse processo pode ser feito através de softwares específicos de medição. Qualquer resultado pode ser medido: o acesso, o fluxo de navegação e o perfil do usuário. Apesar dessa facilidade, a empresa deve ter consciência da importância de analisar e utilizar essas informações como base para a tomada de decisões.

Ter um site na internet demanda tempo, atenção e investimento. Para se mantê-lo no ar e com acessos, precisa estar sempre atualizado, de acordo com as novidades e informações da empresa. Afinal, é isso que o visitante e possível cliente espera.

Casos práticos

Ao entrar na internet, a empresa deixa de ter apenas a atuação local da loja física para atender a um público sem fronteiras, o que aumenta as vendas em grande escala. Esse é o caso da Costi Bebidas, empresa de Porto Alegre que, ao criar a loja virtual, deixou de atender apenas o mer­cado gaúcho para operar em todo o Brasil. “Com ferramentas de baixo custo como e-mail e serviços de chat, as vendas podem ser fechadas com maior rapidez, aproveitando a vontade de comprar do cliente no momento do contato. Atualmente, a loja virtual é o nosso melhor vendedor”, conta Rogério Còsti, sócio-gerente da empresa.

Outro exemplo de expansão de vendas e atuação é a Fnac Brasil, rede de lojas de produtos de cultura e tecnologia da informação. Como a rede ainda tem poucas lojas no Brasil, através da loja virtual é possível atingir todo o território nacional. “Onde não temos lojas físicas, alcançamos o cliente através da internet. Com isso, a Fnac fica conhecida antes mesmo de abrirmos filiais”, comenta Jerome Pays, diretor do site.

Por trabalhar em sintonia com as lojas físicas, o site da Fnac é um sucesso em vendas, representando 20% das vendas no País. “Muitos clien­tes preferem comprar no site, pois sabem que podem contar com o apoio das lojas físicas para qualquer eventual troca ou assistência. É um dos poucos casos em que isso ocorre no Brasil”, conta o Jerome.

Para você que ainda não  está na internet, não perca tempo. Invista na criação de um site e espere os resultados. As suas vendas agradecem! Já para os veteranos do canal, facilitem os processos e atualizem as informações. O consu­midor virtual quer agilidade, segurança e um bom atendi­mento.

Fonte: VENDA MAIS – Novembro/2010 – Pág. 36 a 39.

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